Que belo ensinamento

Destruição de Mitos - Carta de Formulação e Mobilização Política

 
Destruição de Mitos
 
Carta de Formulação e Mobilização Política - Segunda-feira, 24 de abril de 2017
 
Depoimentos recentes confirmam que, em seus anos de poder, Lula rifou o Estado brasileiro em benefício próprio e, pior, agiu para tentar impedir a marcha da Justiça
 
Luiz Inácio Lula da Silva pode estar com seus dias de estrela política contados. Basta que seja feita justiça e a enxurrada de acusações, fartamente embasadas em provas, contra ele sejam julgadas e condenadas. O ex-presidente que, nos seus dias de glória, se convertera quase num mito está a caminho da destruição.
 
A pá de cal veio de depoimento dado por Léo Pinheiro, da OAS, ao juiz Sérgio Moro na semana passada. Ele comprovou que a empreiteira bancou o tríplex à beira-mar de Lula no Guarujá (SP). Mas, mais grave, disse que foi instado pelo petista a destruir provas que o comprometessem. Isso é crime passível de prisão por tentativa de obstrução da Justiça.
 
O episódio aconteceu ainda em 2014. Sabe-se lá o que mais fez Lula desde então para impedir o avanço das investigações da Lava Jato. Possivelmente, muito; provavelmente, de maneira infrutífera, a julgar pelos resultados expressivos que a operação tem obtido na elucidação do maior esquema de corrupção já montado por um partido no país.
 
A isso somam-se depoimentos de Emílio Odebrecht demonstrando que Lula foi, muitas vezes, uma marionete nas mãos da empreiteira mais poderosa do Brasil. Dizia agir como "pai dos pobres", mas era mesmo um cordeirinho dos ricos. O que lhe interessava era seu próprio bem-estar, de preferência num aprazível sítio no interior bem equipado sem um tostão do próprio bolso...
 
A lista de mimos amealhados por Lula junto a seus corruptores inclui uma gorda conta-corrente de propina de R$ 40 milhões. Em troca, o petista rifou o Estado brasileiro. A consequência está hoje à vista, com as contas públicas destruídas, obras superfaturadas, abandonadas e inconclusas de norte a sul e o país de joelhos diante da sua maior recessão.
 
Mas Lula não se faz de rogado. No figurino de vítima, irá protagonizar atos hoje e no sábado em Brasília e Rio Grande (RS). Depois seu partido já armou o circo para o dia em que o ex-presidente for depor em Curitiba perante o juiz Moro. É por estas e outras que ele e seu partido mergulharam em profundo descrédito perante a sociedade e enfrentam graves problemas judiciais. Lula se tornou uma ameaça à própria Justiça.
 
O que vem sendo provado contra Lula também serve para explicitar a enorme distância que separa a usina de escândalos em que se converteram os governos do PT e as acusações que pesam sobre políticos de partidos que lhe fizeram oposição. Não há comparação possível.
 
Lula foi presidente da República durante oito anos e manteve sua influência nos seis anos seguintes, tutorando sua sucessora. Ou seja, por mais de uma década teve poder de sobra para decidir praticamente o que bem entendesse sobre o país. Optou pelo pior caminho e hoje é réu em cinco processos, podendo ser apenado com até 1.795 anos de prisão. O mito se autodestruiu.
 
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 
 
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É RIDÍCULO TER SAUDADES DO GOVERNO MILITAR

É RIDÍCULO TER SAUDADES DO GOVERNO MILITAR

Como alguém, em sã consciência, pode ter saudades de um governo que tinha, apenas, 12 ministérios? Prova, inequívoca, que o país não era bem administrado.

Como confiar em presidentes que morreram pobres? Um homem que ocupa o cargo máximo de uma nação, sem fazer fortuna, prova que não sabe aproveitar oportunidades, nem gerir o patrimônio próprio. Um incapaz.

Como ser saudoso de uma época de ditadura, onde todos os cidadãos tinham direito ao livre acesso às armas de fogo? E pior, a repressão era tão violenta que, mesmo armados, os cidadãos não se matavam. Isso demonstra o medo da população contra aquele governo bárbaro. 
 
Como respeitar um regime que criou o INSS, o PIS, o PASEP, regulamentou o 13º, instituiu a correção monetária, criou o Banco Nacional da Habitação, o FUNRURAL, construiu mais de 4 milhões de moradias e abriu 13 milhões de vagas de emprego?
 
Melhor nem falar de infraestrutura. Em 21 anos, conseguiram, apenas, asfaltar 43.000Km de estradas, construir 4 portos, reformar outros 20, instalar as maiores hidrelétricas do mundo, decuplicar a produção da Petrobrás, criar a Embratel e a Telebras, implementar dois polos petroquímicos, entre outras coisinhas sem importância.
 
A educação era ridícula. Pegaram o país com 100 mil estudantes secundaristas e transformaram em 1.3 milhões. Criaram o Mobral, o CESEC, a CNPQ e o programa de Merenda Escolar.

Nestes vergonhosos anos de chumbo, onde o PIB cresceu 14%, as exportações saltaram de 1.5 para 37 bilhões, atingimos a 7ª economia economia mundial e nos tornamos o 2º maior produtor de navios do planeta. Uma catástrofe!!
 
Realmente, durante essa página negra da história nacional, pelo visto, apenas os presídios funcionavam. Esses, sim, um exemplo. Neles entraram terroristas, assassinos, assaltantes, guerrilheiros, seqüestradores, e saíram deputados, ministros, governadores e, até, dois presidentes.

Isso que é recuperação. ????????????????

Achei esse texto irretocável!

 "O valioso tempo dos maduros", de Mário de Andrade:
 
“Contei meus anos  e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
 
Tenho muito mais passado do que futuro.
 
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
 
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo
que faltam poucas, rói o caroço.
 
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. 
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
 
Já não tenho tempo para conversas intermináveis,
para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
 
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.
 
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. 
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.
 
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha  alma tem pressa.
 
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
 
O essencial faz a vida valer a pena. 
 
E para mim, basta o essencial!"
 

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